No valor da minha NF, já estão embutidos os gastos com INSS, FGTS, Combustíveis e Etc. (um ágio de cerca de 35% a 40% se comparado ao que seria como CLT.).
Além disso, estão previstos 30 dias de recesso divididos em até 3 períodos de 10 dias. Eu recolho o meu INSS e me livro do Imposto de Renda. Para rescindir o contrato, 30 dias antecedência com aviso formal (de ambas as partes).
Se fizesse a opção pelo regime CLT, teria quase 25% de descontos em cima do rendimento bruto . Como PJ, recolho o meu INSS e pago o imposto sobre faturamento.
Enquanto assistente financeiro e analista financeiro, sempre fui CLT.
Mil vezes mais atraente ser PJ. Sou PJ a 05 anos e já recusei boas propostas devido ao regime de contratação que era CLT.
Não pretendo voltar a ser CLT. Vejo que a reforma trabalhista "favoreceu" quem é profissional liberal (contadores, médicos, profissionais de TI), que possuem autonomia e acabou "prejudicando" os mais pobres (prejudicando somente pq esses não podem atuar como liberais).
Entretanto, o ponto da reforma que desobriga as comissões como integrantes ao salário, facilita a gratificação pelo desempenho individual dos funcionários. Estou a frente de uma empresa com 15 funcionários e os que se despontam em produtividade, estão felizes com as gratificações que passaram a receber (antes, não recebiam pois incidiam os custos trabalhistas).
Essa é a humilde opinião de quem era CLT e passou a ser PJ.